Arquivo de notícias sobre medicina alternativa - Shangrila Terapias Alternativas https://acshangrila.com.br/category/noticias-sobre-medicina-alternativa/ Fri, 16 May 2025 10:53:44 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.1 Própolis melhora imunidade e ameniza inflamação em pessoas com HIV, diz estudo https://acshangrila.com.br/propolis-melhora-imunidade-e-ameniza-inflamacao-em-pessoas-com-hiv-diz-estudo/ Wed, 17 May 2023 16:26:39 +0000 https://acshangrila.com.br/?p=10 De acordo com um artigo publicado no periódico Biomedicine & Pharmacotherapy, o uso diário de 500 miligramas de própolis por pessoas vivendo com HIV ou betfair apk 2024 pode trazer benefícios à saúde. Em uma análise comparativa, os pesquisadores observaram que o grupo que recebeu própolis apresentou uma redução significativa na concentração plasmática de malondialdeído, um marcador de estresse oxidativo, em comparação com o grupo que recebeu placebo. Além disso, houve um leve aumento na capacidade antioxidante total no grupo que recebeu própolis, indicando um combate direto aos radicais livres.

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De acordo com um artigo publicado no periódico Biomedicine & Pharmacotherapy, o uso diário de 500 miligramas de própolis por pessoas vivendo com HIV ou betfair apk 2024 pode trazer benefícios à saúde. Em uma análise comparativa, os pesquisadores observaram que o grupo que recebeu própolis apresentou uma redução significativa na concentração plasmática de malondialdeído, um marcador de estresse oxidativo, em comparação com o grupo que recebeu placebo. Além disso, houve um leve aumento na capacidade antioxidante total no grupo que recebeu própolis, indicando um combate direto aos radicais livres.

A bióloga Karen Ingrid Tasca, que conduziu seu pós-doutorado no Instituto de Biociências de Botucatu, destaca a relevância dessa pesquisa, especialmente diante do desafio do envelhecimento precoce enfrentado por pessoas vivendo com o HIV. A imunossenescência acelerada e o desenvolvimento precoce de comorbidades são questões significativas, e o estresse oxidativo desempenha um papel crucial nesse processo.

Karen explica que o estresse oxidativo causado pelo vírus e pelos antirretrovirais tem um impacto significativo nos pacientes. A própolis, uma resina natural, destaca-se como uma intervenção potencial devido às suas propriedades antioxidantes, antivirais e anti-inflamatórias reconhecidas.

O líder do grupo de pesquisa, o biólogo e professor José Maurício Sforcin, que estuda os efeitos da própolis há quase 30 anos, enfatiza a importância de expandir as pesquisas clínicas para revelar o potencial da própolis para a saúde.

Apesar dos indícios positivos, os estudos sobre própolis anteriormente não abrangiam especificamente a população de pessoas vivendo com HIV. Os resultados mostraram não apenas a atenuação do estresse oxidativo, mas também a redução de parâmetros inflamatórios, incluindo aumento na proliferação de linfócitos T CD4+ e expressão do fator de transcrição Foxp3.

Os pesquisadores sublinham que, embora a própolis tenha demonstrado benefícios para a saúde, são necessárias novas pesquisas para considerar sua adoção como intervenção efetiva, especialmente para pacientes com comorbidades ou falha terapêutica. A pesquisa foi conduzida com participantes sob terapia antirretroviral, com carga viral indetectável e contagem ideal de células T CD4+, garantindo a saúde e segurança dos participantes ao longo da intervenção de 90 dias.

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Venda nas farmácias de produtos à base de cannabis cresce 342,3% https://acshangrila.com.br/venda-nas-farmacias-de-produtos-a-base-de-cannabis-cresce-3423/ Wed, 15 Mar 2023 16:29:55 +0000 https://acshangrila.com.br/?p=15 Uma pesquisa realizada pelo Portal Cannabis & Saúde revela um impressionante crescimento de 342,3% nas vendas de produtos à base......

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Uma pesquisa realizada pelo Portal Cannabis & Saúde revela um impressionante crescimento de 342,3% nas vendas de produtos à base de cannabis nas farmácias do Brasil desde 2018. A receita total expandiu-se significativamente, registrando um aumento de 156,1% de 2021 para 2022, atingindo a cifra de R$ 77.008.596,00.

No último ano, as prescrições de produtos à base de canabidiol aumentaram notavelmente, apresentando um crescimento de 487,8%. O número de médicos que prescrevem esses produtos para compra em farmácia também experimentou um aumento expressivo, passando de 6,3 mil em 2021 para 15,4 mil no ano seguinte, representando um aumento de 146%.

Dentre as especialidades médicas que mais prescrevem canabidiol, os neurologistas lideram com 33%, seguidos por psiquiatras com 26%, geriatras com 8%, pediatras com 7%, clínicos gerais com 5%, e ortopedistas com 3%. Essas especialidades compõem mais de 80% do volume prescrito no mercado, conforme aponta o estudo.

O médico Tércio Sousa, clínico geral certificado em Medicina Endocanabinoide pela WeCann Academy (2021), destaca a crescente importância da cannabis na medicina. Ele ressalta que a tendência é irreversível, e médicos que aderem apenas à alopatia muitas vezes enfrentam desafios no tratamento, perdendo pacientes para aqueles que optam pela cannabis.

Sousa menciona que a maioria dos pacientes que busca tratamento com cannabis já enfrenta problemas crônicos, como dor, espasmos e tremores de Parkinson, sem resultados satisfatórios com abordagens convencionais. No entanto, ele observa que o preço elevado dos produtos ainda é uma barreira e sugere a produção nacional de cannabis como uma solução, destacando o papel de associações, como a Apepi, na ampliação da produção.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) permite a importação excepcional de produtos à base de cannabis para uso pessoal, mediante cadastro e aprovação prévia. As autorizações para importação aumentaram significativamente, passando de 850 em 2015 para 153.671 em 2022. A Anvisa esclarece que existem 25 produtos de cannabis autorizados para venda em farmácias brasileiras, com apenas um medicamento registrado à base de cannabis, o Mevatyl.

A Anvisa destaca que os produtos de cannabis constituem uma categoria criada no Brasil em 2019, sem indicação pré-aprovada. A definição de indicação, forma de uso e população-alvo fica a cargo do médico assistente do paciente. Tércio Sousa ressalta que a comprovação científica da eficácia e segurança dos produtos demanda tempo e investimento, e agora, com a entrada de instituições de pesquisa, como o Fiocruz e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), espera-se um avanço nesse cenário.

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Nebulização de cloroquina não tem respaldo científico, ressaltam especialistas https://acshangrila.com.br/nebulizacao-de-cloroquina-nao-tem-respaldo-cientifico-ressaltam-especialistas/ Fri, 14 May 2021 16:31:27 +0000 https://acshangrila.com.br/?p=20 O Conselho Federal de Medicina (CFM) estabeleceu, por meio de uma resolução publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira......

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O Conselho Federal de Medicina (CFM) estabeleceu, por meio de uma resolução publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (12), que a administração da hidroxicloroquina e cloroquina em formato inalatório só pode ocorrer como procedimento experimental. Conforme a definição, tratamentos médicos dessa natureza devem ser conduzidos mediante protocolos de pesquisa aprovados pelo sistema de Comitês de Ética em Pesquisa (CEPs) e pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep).

A prática clandestina de nebulização com cloroquina foi identificada no Brasil, onde os comprimidos eram diluídos em soro fisiológico, vaporizados e inalados, resultando em pelo menos oito óbitos em pacientes com Covid-19. A presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), Irma de Godoy, enfatiza a falta de comprovação científica dos benefícios da inalação de cloroquina e considera os casos registrados como inaceitáveis sob o ponto de vista ético.

Segundo Irma, a administração inalatória de cloroquina representa um “experimento em seres humanos”, dado que é uma nova forma de administrar uma medicação cujos componentes e quantidades não são totalmente conhecidos. A pneumologista da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Margareth Dalcolmo, destaca que não há formulação da cloroquina aprovada para uso inalatório, e a medida estabelecida pelo CFM reforça essa restrição. Agora, qualquer administração de cloroquina por nebulização exigirá a elaboração de um projeto de pesquisa, sujeito à análise de comitês de ética e aprovação pela Conep.

Margareth ressalta a dificuldade de aprovação de projetos de pesquisa envolvendo a cloroquina inalatória, destacando que a formulação específica para esse tipo de uso é fundamental. Ela enfatiza que, como médica e pesquisadora, considera improvável que um protocolo dessa natureza seja aprovado pela Conep.

O CFM afirma que a decisão foi baseada em análises sobre a possibilidade de inalação desses medicamentos ser uma alternativa para reduzir riscos de eventos adversos e aumentar a eficácia no tratamento da Covid-19. No entanto, a presidente da SBPT observa que o desenvolvimento e aprovação de medicamentos por inalação podem levar até 15 anos, devido à necessidade de avaliações detalhadas da segurança e dosagem das substâncias, especialmente quando envolve o sistema pulmonar, um órgão altamente sensível e vascularizado.

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